sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Mercedes da Maria

Cá em casa gostamos de autonomia.
E se o Bernardo já prepara o seu pequeno almoço sozinho, bem como o lanche que leva para a escola, porquê que a Maria Inês não pode começar também a ser autónoma?

Assim sendo, que maneira melhor de ser independente do que tendo o seu próprio veículo? Qualquer jovem anseia pelo momento de ter o seu popó, certo? É a sua liberdade!

Há uns meses resolvemos então presentear a pequena com um "mercedes", visto que já mostrava vontade de se soltar - e estava mais do que na hora.
Foi giro ver a adaptação da Maria a pouco e pouco...
Ao início a Maria Inês limitava-se a ficar sentada/apoiada na "aranha". Achava uma certa piada durante alguns minutos mas rapidamente se aborrecia e pedia colo.
Começámos a estimular a sua vontade de andar oferecendo-lhe objetos que saberíamos de antemão que a menina iria querer agarrar.

E pronto... assim que lhe apanhou o jeito começou a explorar todos os cantos da casa. Às vezes aos encontrões, outras vezes de lado, mas sempre com muito êxtase pelas descobertas que ia conseguindo - os cd's do papá que afinal podem voar até à outra ponta da sala, a roupa que a mamã acabou de passar pode servir para brincar e atirar para o chão e, mais fixe ainda, as gavetas da cozinha cheias de toalhas e pegas que ficam bem melhor espalhadas pelo chão!

Quando começou a correr foi a alegria total! Para a Maria claro. Porque para nós foi o pânico, sempre atrás da criança que só queria mexer onde não devia... e sempre tudo fora do sítio.

Passaram-se uns meses e a Maria Inês, entretanto, começou a gatinhar. Já não acha grande piada ao seu "mercedes" porque é bem mais interessante poder chegar perto dos móveis e tentar arranjar maneiras de subir em cima das coisas ou ir para debaixo das mesas e cadeiras. A desarrumação está pior, claro, e o Bernardo está sempre em alvoroço pois a irmã não discrimina qualquer tipo de brinquedo - tudo serve para por na boca, atirar para o chão ou contra a parede.

Vamos ver como vai ser quando começarem os primeiros passos. Está quase!!




As gavetas do mano têm conteúdo bastante interessante...  


Deixa lá ver se também é saboroso.


Se tirar mais um ou dois o mano nem vai reparar!





É tão fixe desarrumar!!






Hmmm... a cozinha também tem uns items interessantes...

quinta-feira, 13 de julho de 2017

O Primeiro Aniversário


No passado domingo dia 25 de Junho fez um ano que dei à luz a princesa cá do T2 (sim, estou mais que atrasada neste post. Não está fácil para escrever e, por isso, peço desculpa pelo atraso). É verdade... parece que foi ontem mas um ano passou a voar e a Maria Inês completou o seu primeiro aniversário.








Como sempre, por aqui, gostamos de comemorar estas datas entre família e amigos e, desta vez, não foi exceção. 
Os primeiros aniversários são sempre especiais e por isso preparamos uma festinha tão especial quanto podíamos para a nossa bebé! A começar pelo sítio escolhido para receber os convidados...


Hotel Club D'Azeitão



Foi bem à porta da maravilhosa Serra da Arrábida que festejamos - no Hotel Club D'Azeitão, onde a paisagem envolvente nos deixa completamente rendidos!
Os dias anteriores foram de muito trabalho, mas não vou aqui dar uma de mamã super prendada e dizer-vos que fiz bolos e bolinhos e salgados e salgadinhos. Na verdade não sou muito dedicada a estas coisas - não quer dizer que não saiba fazer. [Lembro-me, por exemplo, do chá de bebé do Bernardo em que recebi algumas amigas em casa e fui eu que preparei tudo sozinha!]
A ajuda do Chef (= maridão - trabalhou tanto que nem conseguiu ir a casa trocar de roupa), da mana mais velha (a pasteleira) e da mãe (que faz de tudo um pouco) foi crucial para a realização da festa da Maria - como, aliás, é sempre nestas ocasiões.

Como sabem as festas de criança têm que ter um tema, ou não seriam festas de criança. Eu queria um tema super, hiper, mega "foffy"... E o que poderia ser mais "foffy" que algodão doce??? Pois é, foi mesmo esse o tema que escolhi: algodão doce!
Ao princípio ficaram a olhar para mim com ar desconfiado. Provavelmente a pensarem se eu estaria a falar mesmo a sério? Mas acabaram por perceber a minha perspetiva. A mana adorou o tema e correu a imaginar o resto... até tivemos direito a uma máquina de algodão doce!
O bolo acabou por não ficar como planeado devido ao calor que derretia o algodão e acabámos por improvisar mesmo na hora de apagar a vela. Mas o conteúdo - o mais importante - estava delicioso! 

Miúdos e graúdos estavam ansiosos por se lambuzarem com o açúcar colorido em formato de nuvem (digam lá que não gostam?).

Crianças a correr e a fazer barulho. Adultos a comer, a beber e a conviver até às tantas com a serra como pano de fundo... foi uma tarde divertida e bastante agradável!





 



 



 



 



 



 



 



  



 



 






Parabéns à nossa princesa!

sábado, 1 de julho de 2017

Rebeldes Benfeitores



“Um paladino é um herói cavalheiresco, errante e destemido, de carater inquestionável que segue sempre o caminho da verdade, lei e ordem, sempre disposto a proteger os fracos e lutar por causas justas. A palavra Paladino vem do latim palatinus (relativo a palácio), por sua vez derivado do Palatino, uma das sete colinas de Roma.
Os paladinos originais foram os 12 pares de Carlos Magno que aparecem no poema La Chanson de Roland (A Canção de Rolando) que conta a história de Rolando e Os Doze Pares da França na batalha de Roncesvalles.
Também podem ser considerados paladinos os lendários Rei Artur e Os Cavaleiros da Távola Redonda das lendas célticas.
Paladino também é um tipo de personagem na ficção.”


Esta é a definição de “Paladino” segundo o wikipédia.


Os Paladinos que conheço são bem mais atuais e modernos. Cavaleiros de duas rodas, com vestes pretas e pele decorada com tatuagens que, apesar da sua aparência rebelde e irreverente, também estão “sempre dispostos a proteger os fracos e a lutar por causas justas”.
É o Grupo Motard Paladinos (GM Paladinos) que junta homens e mulheres de todas as idades, cores ou classes sociais desde que, para além de uma mota, tenham a mesma vontade e gosto pelas causas nobres.



Fonte




Tive conhecimento da existência deste grupo através de dois colegas de trabalho que fazem parte do mesmo e, desde então, tem sido um prazer conhecer as causas que os Paladinos abraçam, sempre em prol da ajuda ao próximo, quem mais necessita.
O GM Paladinos costuma organizar dois eventos por ano sendo um deles, o aniversário do grupo. Estes eventos promovem o convívio, não só entre motards, mas também entre todas as pessoas que queiram passar uma tarde divertida a comer umas bifanas, beber umas “bejecas”, comprar umas rifas, mas que também tenham vontade de ajudar - estes eventos são abertos ao público e têm sempre um fim solidário. Todo o dinheiro angariado é doado a instituições.

No passado dia 6 de Maio tive o prazer de participar, ainda que em trabalho, no Almoço Solidário GM Paladinos – APCAS (Associação Paralisia Cerebral Almada e Seixal).
O evento teve lugar no Clube Desportivo e Cultural do Casal do Marco, Seixal, onde pudemos contar com um recinto repleto de barraquinhas com comida, bebida e música sempre a bombar, jogos e até um grupo de meninas a dançar! A animação não faltou numa tarde em que o objetivo primordial era ajudar a APCAS com a angariação de roupas e bens alimentares não perecíveis. Todo o restante valor conseguido com a festa destinava-se à compra de uma cadeira de rodas (e conseguiram duas).
Cada evento que o GM Paladinos organiza visa a ajuda a uma determinada instituição e, desta vez, contou com o apoio do Aki Barreiro (é aqui que eu entro) que doou algumas ferramentas que foram sorteadas durante esta tarde animada.



Fonte



Fonte


Fonte


Fonte


Fonte


Fonte


Fonte


Fonte



 A entrega das cadeiras de rodas:

Fonte




Aproveito para expressar aqui a minha admiração pelo trabalho feito por este grupo de pessoas. Um trabalho meramente voluntário (a par com os seus empregos) em prol de quem mais precisa. E o Mundo precisa de mais pessoas assim.

Lembrem-se: quando virem passar uma mota, pode ser um Paladino!

domingo, 18 de junho de 2017

Calor Infernal

Se por um lado, Verão é sinónimo de calor, praia, festas, alegria e muita diversão.  Por outro, pode ser significado de desgraça, muita tristeza e pesar.

Infelizmente não é só a época balnear que abre por esta altura. Está também aberta a época dos incêndios que, como já todos sabemos, já fez o maior número de vítimas mortais de sempre em Portugal. Foi com muita tristeza que segui algumas notícias no dia de hoje, sobre o incêndio em Pedrógão Grande, Leiria. O rastro de destruição é incalculável e o número de vítimas não para de aumentar. 


Fonte


A minha intenção não é dar a notícia ou fazer qualquer tipo de actualização sobre a mesma - deixo isso para os meios de comunicação social, que são mais que muitos e, todos eles, em cima do acontecimento. Simplesmente não podia deixar de mostrar aqui a minha solidariedade para com os familiares e amigos das vítimas desta tragédia sem precedentes. Não posso fazer muito mas o meu pensamento está com todos eles.

E aos nossos Bombeiros, os nossos verdadeiros Super-heróis, muita força e coragem para continuarem nesta luta tão difícil. O País inteiro torce por vocês. Obrigada por tamanha dedicação!


segunda-feira, 12 de junho de 2017

"Fidget Spinner" - o brinquedo da moda | Parte II

As primeiras perguntas que fiz a mim mesma aquando da descoberta do Spinner foi "Mas quem é que se lembra de inventar uma coisa destas? Qual é o objectivo?".
E não tardei a encontrar a resposta.
Conforme me fui apercebendo que  este brinquedo estava mesmo a dar que falar no seio dos mais novos, fiquei curiosa e fui pesquisar. Mas mesmo antes de ir ao Google, qual não é o meu espanto quando abro a Visão Júnior (que o Bernardo recebe todos os meses em casa) e o tema de capa é precisamente o Spinner! Sim, o tema de capa.

Apeteceu-me rir da coincidência mas apressei-me a folhear a revista até encontrar as páginas dedicadas ao brinquedo.
As respostas às minha perguntas apareceram num ápice.

Segundo a Visão Júnior, "num verão nos anos 90, Catherine Hettinger, residente na Florida, EUA, sofria de uma doença chamada miastenia grave, que afeta os músculos e deixa uma pessoa sem forças. Apesar de doente, tinha de tomar conta da filha de 7 anos, Sara. E como não conseguia brincar com ela começou a juntar papel de jornal e fita-cola para inventar algo que a entretesse. Foi assim que nasceu uma versão básica do spinner. Catherine  registou o seu invento (chama-se patente e impede as outras pessoas de o copiarem), mas em 2005 Catherine deixou de ter dinheiro para pagar a patente. Por isso, apesar de ter inventado o Fidget Spinner, Catherine não ganhou um tostão!"

Numa pesquisa mais recente, online, já encontrei uns "inventores" mais novos e, segundo a revista Forbes, os autores da versão mais moderna do brinquedo. Dois jovens empreendedores que, ao que parece, estão ricos graças ao spinner (oficialmente um fenómeno).



Edição de Junho 2017


Neste artigo o tema é abordado precisamente junto de pré-adolescentes. Para além de ajudar a criar um spinner de raiz (com materiais que podemos ter por casa), a Visão tenta perceber porque este objeto se tornou tão popular e qual a opinião dos miúdos sobre o mesmo. 
Ao contrário daquilo que é a minha opinião, os miúdos acham que este brinquedo "tem um efeito benéfico de relaxamento e bem-estar". Uma menina de 13 anos chega mesmo a afirmar que o spinner a acalma quando se sente stressada e que "em dias de testes ou apresentações de trabalhos", brinca com o spinner e sente-se aliviada.
Pode ler-se também neste trabalho que ter um spinner na mão pode ajudar "para que os alunos com dificuldades de concentração consigam manter-se calmos, focados e atentos".

Primeira questão: Uma criança de 13 anos stressada??! (A sério??)

Segunda questão: Um brinquedo nas aulas ajuda na concentração??! (A sério??)

Parecem piadas.
Não sou especialista em educação mas lembro-me bem quando havia um aluno mais travesso na sala de aulas ou que levava algum brinquedo com ele, era um alvoroço e ninguém se concentrava ou se focava no que realmente estávamos ali a fazer. Brinquedo era significado de brincadeira = distração.
Será que o ambiente em sala de aula mudou assim tanto? Ou melhor, será que o objectivo das aulas mudou assim tanto?
Deixo no ar as perguntas.
 
O mesmo artigo revela ainda que quase todos os professores desta jovem  deixam os alunos estarem a brincar com o spinner durante as aulas pois "perceberam que é preferível isso do que estarem a conversar (!!). Há menos perturbação (!!)." 
Fiquei um pouco mais aliviada por ler a seguir que "Em Portugal há já várias escolas que proibiram o uso do spinner dentro da sala de aulas por acharem que o brinquedo distrai".
Se calhar os professores da menina de 13 anos stressada não conseguiram foi encontrar uma alternativa ao novo brinquedo!! Que tal mais rigidez com eles?

Nos primeiros dias o Bernardo quis levar o spinner para a escola, como já seria de esperar. No entanto fizemos questão de lhe deixar claro que não usaria o brinquedo dentro da sala de aula - caso o fizesse, a conversa seria outra - e ele sabe bem como somos exigentes nestes temas: na sala de aula é para estar com atenção e para trabalhar; as brincadeiras ficam para o recreio.




O seu segundo spinner, oferecido pela avó, com luzes "psicadélicas"! 

Entretanto, durante as minhas pesquisas curiosas, ainda fiquei mais espantada quando descobri que afinal este brinquedo não se compra só na "loja do chinês".
Lojas de prestígio como a Fnac ou a Worten e variadíssimas lojas online têm este brinquedo à venda e pode mesmo custar até 15€ (confesso que não me alonguei na parte dos preços pois não tenho intenções de apostar nesta "tecnologia" e, para o efeito que é, o do chinês serve perfeitamente).

Resumindo e concluindo: o spinner serve para quê mesmo?
A minha opinião não mudou rigorosamente nada. Acho até que em 2018 já ninguém se vai lembrar dele.

terça-feira, 6 de junho de 2017

"Fidget Spinner" - o brinquedo da moda

Toda a gente sabe que as crianças querem tudo o que vêm nos outros. É quase como que... natural! Nesta matéria há idades especialmente complicadas e quer-me parecer que o meu filho está a passar por uma delas.

Há umas semanas o Bernardo chegou a casa a falar de um brinquedo que muitos meninos tinham e que "pões na ponta do dedo" e "é bué da fixe" porque "fica a rodar" e "compra-se na loja do chinês" e... "mamã, quando tiveres dinheiro compras-me um?"

Na verdade não percebi metade do que ele disse. Primeiro porque é um verdadeiro trapalhão no que toca a contar, relatar, descrever e tudo o que tenha a ver com passar informação. Depois porque, embrulhada nos afazeres do fim de dia, quando ele chega da escola, confesso que não prestei a devida atenção. 

Uns dias depois o Bernardo aparece em casa com um objecto (quase voador) não identificado. Um objecto que simplesmente rodava em torno de si próprio. Questionei sobre a sua origem ao que ele, de sorriso no rosto, prontamente me respondeu que "foi uma colega da Maísa que deu à Maísa e a Maísa deu-me a mim". 


Fidget Spinner



Nunca cheguei a perceber muito bem como é que aquele objecto rotativo lhe tinha ido parar às mãos, mas sei que a criança estava radiante por passar o tempo com um bocado de plástico verde a rodar entre os dedos. E de pensar que, com a idade dele, eu ficava triste porque os meus pais não me compravam Barbies porque custavam, no mínimo, 6.000$00  (seis mil escudos = seis contos = trinta euros para os mais novinhos)!

Bem... voltando ao objecto estranho.
Posso dizer que não durou mais que dois dias cá em casa pois, com uma queda mais aparatosa, o bichinho partiu-se ao meio.
No entanto, e depois de ouvir milhões de relatos e histórias e argumentos e choradinhos sobre o tal objecto, o Pai foi mesmo a uma loja chinesa procurá-lo e fez do Bernardo a criança mais feliz do mundo!
Durante horas o bernardo não largou o seu novo brinquedo - que entretanto descobriu que se chama "Spinner" - e destila toneladas de felicidade só por ter uma coisa a rodar entre os dedos - a mesma felicidade que eu destilaria em 1990 se tivesse uma Barbie de 30€. Enfim!
Confesso que me fez um bocado de confusão ver tanta excitação por um objecto (na minha opinião) sem qualquer utilidade e cheguei mesmo a perguntar à criança se não tinha brinquedos muito mais úteis e fixes. Queria perceber o porquê de tamanho alarido com um brinquedo, aparentemente, inútil.

No dia seguinte, ao deixar o Bernardo na escola logo pela manhã, apercebi-me que aquele brinquedo que eu achei inútil e sem qualquer sentido se tinha afinal tornado na "febre" do momento! Miúdos com quase 15 anos, com Spinners na mão, como se do brinquedo mais cool do mundo se tratasse.
Como é que é possível?!
Os miúdos, hoje em dia, têm tudo e mais alguma coisa: quilos e quilos de brinquedos no quarto, bicicletas, trotinetas, consolas de jogos, computadores, pistas de carros, legos caríssimos, puzzles de todos os tamanhos e feitios, todos os bonecos famosos e mais alguns e, de repente, esquecem tudo por causa de um objecto rotativo! Sim, é assim que o defino. Para mim não passa de um objecto rotativo.
Se há uns anos atrás soubesse que uma coisa tão simples faria o meu filho dar pulos de felicidade, tinha poupado uns bons euros em brinquedos. Acreditem.
Vá-se lá perceber a cabecinha desta criançada. Qual Homem-Aranha qual quê!

Como devem calcular, curiosa como sou, fui investigar o fenómeno.
Se também ficaram curiosos, aguardem o próximo post




sexta-feira, 2 de junho de 2017

Chega Junho, calor, praia, férias...

Junho chegou. Significa que 2017 já vai a meio!
Passou a correr mas estamos finalmente a chegar àquela altura em que todos somos especialmente felizes.

Junho é sinónimo de Verão, sol, calor, praia, esplanadas, sunsets e fotos "mete-nojo" nas redes sociais. É o início de uma jornada de festas constantes por toda a parte - É Santos Populares, manjerico e sardinha assada. É sangria, cerveja, coca-cola bem fresca e o belo do gin. É festivais, música até doer a cabeça e mais cerveja.
É o mês que vem marcar (oficialmente) o início daquela que é a época do ano mais esperada pela maior parte da população: O Verão (= as férias)!

Junho é inaugurado em grande com um tributo aos mais novos - o dia da criança, que, ao contrário do que seria de esperar (já que aqui celebramos a existência de crianças numa família normal), não trouxe post aqui ao nosso Diário. Por motivos óbvios e que já são do vosso conhecimento. Mas não, não vos vou maçar com relatos da minha falta de descanso ou excesso de trabalho acumulado em casa ou noites mal (e pouco) dormidas. Venho apenas marcar presença e saudar a época maravilhosa que aí vem.

Vamos sorrir. Vem aí o Verão!


Fonte